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Desde: 18/11/2016      Publicadas: 50      Atualização: 26/04/2017

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 Educação Ambiental
  20/03/2017
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Associação Recriando
Associação procura conscientizar a sociedade sobre educação ambiental
Associação Recriando

A Associação Recriando foi criada em maio de 2006 por um grupo de catadores que se associaram, e se prepararam juridicamente, para discutir a gestão municipal de resíduos sólidos e defender a causa de continuar trabalhando livremente na atividade que sempre aturaram. A Recriando tem o objetivo de organizar o catador de material reciclável, mas também tem como foco promover a educação ambiental, tratando esse termo como mobilização ambiental.

“Acreditamos que a coleta seletiva só vai acontecer de maneira organizada quando houver uma ação conjunta da sociedade, órgãos públicos, associações cooperativas e empresas privadas para que o volume de lixo seja manejado da melhor maneira para o meio ambiente”, fala o presidente da Associação Recriando, Márcio Santos.

A conscientização da sociedade começa tratando o resíduo reutilizável do uso diário como matéria prima, que é contaminado quando misturado aos orgânicos. Sem essa visão o resíduo continua sendo jogado no lixo e esse grande volume torna a coleta seletiva inviável.

Através de pesquisas procura-se encontrar a melhor logística e custo benefício do recolhimento do resíduo sólido. A coleta seletiva envolve muitos fatores. Há ainda muitos resíduos sólidos no lixo que não tem mercado comercial. Este é outro problema da coleta seletiva, ainda que a sociedade separe os resíduos eles precisam ter mercado para serem destinados. “As leis federais, estaduais e municipais devem ser seguidas para que a coleta seletiva seja mais eficaz e funcione de uma maneira menos onerosa”, reforça Márcio Santos.

A destinação do resíduo sólido, principalmente o rejeito que é depositado no aterro sanitário ou no lixão, é outra preocupação da associação. Através de debates e mesas redondas com os personagens envolvidos na coleta seletiva e com a sociedade busca discutir o assunto. “A destinação é de responsabilidade do poder público, mas também deve ser de cada cidadão. A necessidade do catador, a falta de participação do poder público e da sociedade complica a coleta seletiva”, evidencia o presidente da Associação Recriando.

A Recriando foi iniciada por um grupo de 11 pessoas, querendo mediar o diálogo entres os agentes e sugerindo uma ação em conjunto. Hoje, 30 catadores fazem parte da associação e mais de 60 pessoas estão envolvidas nas ações. Outro objetivo é colaborar ativamente para a criação de uma logística viável e maciça da coleta seletiva no município.

Educação Ambiental                                                                                        

Percebendo a necessidade de criar uma cultura de educação ambiental, a associação de catadores promove palestras e oficinas de reciclagem de resíduos sólidos, principalmente, em escolas.

Neste ano o intuito é reativar as atividades e estreitar o diálogo com o poder público. Além de retornar com as ações dentro dos colégios, com palestras e eventos. “Temos parceria com a escola Edir Fraya. Vamos fazer uma horta escolar com a compostagem de resíduos orgânicos e uma oficina de artes recicladas, além da projeção do segundo Congresso Juvenil de Meio Ambiente”, exalta Márcio.

 “O preparo do terreno para a horta escolar já foi iniciado, o espaço já foi limpo e aguarda o envio da terra de plantio pela Secretaria de Serviços Públicos. É um momento de preparação para os eventos que serão realizados na escola”, informou Márcio Santos.

Para esses eventos, a associação criou o boneco Sapo Nino De Brito, o nome é uma homenagem à represa Saturnino de Brito. A mascote é um sapo, anfíbio que se adapta tanto a água quanto a terra. É um animal que contribui para o equilíbrio de todo o ambiente. Assim, ele percorre as escolas contanto a história das águas da cidade, da energia elétrica municipal e fala sobre as consequências que a falta de conhecimento sobre os resíduos sólidos podem provocar no meio ambiente.

“Sabe-se que grande parte dos resíduos não é destinado da maneira correta, e por isso, oceanos, mares e rios sofrem com a grande quantidade de lixo que recebem diariamente”, lembra o presidente que reforça a importância da gestão e educação. A mascote foi desenvolvida para trabalhar com crianças na faixa etária de 4 a 5 anos, mas com o desdobramento do projeto, todas as faixa etárias foram atingidas.

Uma parceria com o setor de projetos da Secretaria de Educação pretende levar o Sapo Nino De Brito para outras escolas do município.

  Autor:   Bruna Santine


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